Sexta-feira, 20 de Abril de 2007
Jogos Paralímpicos
   Os Jogos Paralímpicos são considerados o segundo maior evento desportivo a nível mundial, logo a seguir aos Jogos Olímpicos, pelo número de dias de competição, pelo número de desportos que envolve, pelo número de países presentes, também pelo número de participantes e elementos de organização que implica.
Os Jogos Paralímpicos, à semelhança dos Olímpicos, são o culminar de um ciclo de quatro anos no desporto para deficientes, em que todos os continentes representados por cerca de 125 países põem à prova o nível de excelência da prática desportiva dos seus atletas.
Um espectáculo desportivo com uma assistência de nível mundial, reflecte ainda o investimento efectuado pelo país não só no campo técnico, científico e tecnológico, mas também é o corolário das medidas e iniciativas em favor das pessoas portadoras de uma ou mais formas de deficiência. 
Apenas 0,0025% dos deficientes praticam desporto no distrito de Braga.
Cerca de 0,0025 por cento dos cidadãos do distrito de Braga portadores de deficiência ou alguma incapacidade psíquica ou motora praticam desporto federado. Os números podem ser chocantes, mas é esta a realidade existente na região e que tem reflexos proporcionais no resto do país.
Outros números divulgados, revelam que Portugal é o país da União Europeia com menor número de praticantes de desporto (deficientes ou não), situação que tem reflexos evidentes relativamente aos portadores de deficiência, uma vez que a sensibilização é pouca ou quase inexistente.

Relativamente a Braga, os dados recolhidos revelam que o concelho tem 69 clubes, mas que apenas em sete deles há espaço para deficientes. Em 6057 praticantes 206 são deficientes. A nível nacional, há cerca de 9000 clubes, mas apenas 20 promovem a actividade desportiva aos portadores de deficiência.
Concretamente sobre o concelho bracarense, são 13 as instituições que promovem desporto adaptado a 363 deficientes, num total de 10836, o que equivale apenas a 3 por cento de praticantes.

Segundo Jorge Vilela de Carvalho (professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade técnica de Lisboa e chefe da Missão Portuguesa aos Jogos Paralímpicos de Atenas’2004), bastava que todos os clubes do país tivessem apenas um deficiente para que a estatística nacional fosse totalmente diferente.

 

Da colaboradora neste número: Ana Carolina Lopes, 7º A


Publicado por cantinhoaroes às 15:44
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